17 de novembro de 2010

A última noite

Até o relógio parecia cansado naquela noite, seus olhos mórbidos só fitavam o que seus ouvidos lhe atentavam. Um ruído na janela. Nada além do vento... Estava ela a esperar por algo que nunca chegaria? Um reencontro com o passado. Com pensamentos vazios de expectativa, os sinais de esperança só existiam nos fracos batimentos em seu peito. E então, o relógio pára.

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